Indicadores Financeiros para Avaliação de Empresas

I – Índices de liquidez

Com a finalidade de mensurar o nível de desempenho financeiro das empresas, existem diversos índices que contêm as métricas necessárias para esta conclusão.

Mas afinal, por onde começar de uma maneira clara e bastante básica, no intuito de auxiliar o crescimento e evolução no ramo de negócio que você atua?

O ideal é que antes de indicadores financeiros, você conheça bem seus conceitos e o que cada um deles representa, esta habilidade é o item essencial para avaliar a sua performance.

A premissa básica para estabelecer os índices financeiros ideais, também é a avaliação do objeto social da empresa, seu potencial, clientes e concorrentes, para que seja possível saber com propriedade, os recursos ideias para investimentos e cumprir as obrigações financeiras existentes no momento, para que seja tomada a decisão de um caminho viável de evolução empresarial com manutenção garantida e permanência no mercado de atuação.

A função dos indicadores financeiros é ofertar informações adequadas na tomada de decisões coorporativas para a boa gestão empresarial.

São quatro índices de liquidez possíveis de se mensurar: liquidez corrente, imediata, seca e geral. Os índices de liquidez demonstram quanto dos bens e direitos a empresa possui para cobrir suas obrigações (passivos a pagar).

Liquidez Corrente.

A liquidez corrente é a liquidez atual, ou seja, ela serve para mensurar o quanto de seus recebíveis a curto prazo a empresa tem para cobrir as suas obrigações a curto prazo. A liquidez corrente é obtida através do cálculo do Ativo Circulante sobre o Passivo Circulante:

AC
PC

Quando o resultado da liquidez corrente é maior que 1, ele demonstra que há ativos disponíveis para uma possível liquidação das obrigações. Quando o resultado for igual a um, significa que os bens e direitos a curto prazo (ativos) são iguais as obrigações a curto prazo e quando o índice resultar em menor do que um, significa que a empresa não tem ativos (recursos) suficientes a curto prazo para cumprir as obrigações também a curto prazo.

Liquidez imediata.

A liquidez imediata é a liquidez obtida pelos ativos de alta liquidez (caixa e equivalentes de caixa) em relação ao total das obrigações a curto prazo, ou seja, ela serve para mensurar o quanto de seus recebíveis (de alta liquidez somente) a curtíssimo prazo sem a empresa tem para cobrir as suas obrigações a curto prazo. A liquidez imediata é obtida através do cálculo do Ativo Circulante menos Estoques/Contas a Receber sobre o Passivo Circulante, ou seja, excluem-se os estoques e contas a receber:

AC – (Estoques e Contas a receber)
PC

Quando o resultado da liquidez imediata é maior que 1, ele demonstra que há ativos de alta liquidez disponíveis para uma possível liquidação das obrigações, sem que sejam utilizados os estoques e demais valores a receber neste cálculo. Quando o resultado for igual a um, significa que os ativos disponíveis (caixa e equivalentes de caixa) são iguais as obrigações a curto prazo e quando o índice resultar em menor do que um, significa que a empresa não tem ativos de alta liquidez (caixa e equivalentes de caixa) suficientes a curto prazo para cumprir as obrigações também a curto prazo.

Liquidez seca

A liquidez seca é a liquidez atual excluindo o valor em estoques, ou seja, ela serve para mensurar o quanto de seus recebíveis a curto prazo sem considerar os estoques existentes (para aquelas organizações que têm estoques, é claro) a empresa tem para cobrir as suas obrigações a curto prazo. A liquidez seca é obtida através do cálculo do Ativo Circulante menos Estoques, sobre o Passivo Circulante:

AC – Estoques
PC

Quando o resultado da liquidez seca é maior que 1, ele demonstra que há ativos disponíveis para uma possível liquidação das obrigações, sem que sejam utilizados os estoques neste cálculo. Quando o resultado for igual a um, significa que os bens e direitos a curto prazo excluindo os estoques (ativos) são iguais as obrigações a curto prazo e quando o índice resultar em menor do que um, significa que a empresa não tem ativos (recursos) suficientes a curto prazo quando exclui os estoques para cumprir as obrigações também a curto prazo.

Liquidez geral

A liquidez geral é a liquidez total (ativos a curto e longo prazo) em relação as obrigações totais da empresa. A liquidez geral considera sempre a situação a longo prazo da empresa de forma geral: tanto para os bens e direitos, quanto para as obrigações. Ela serve para mensurar o quanto de seus recebíveis a empresa tem para cobrir as suas obrigações totais, a curto o longo prazo. A liquidez geral é obtida através do cálculo do Ativo Circulante + Ativo Não Circulante (antigo RLP) sobre o Passivo Circulante + Passivo Não Circulante (antigo ELP):

AC + ANC
PC + PNC

Quando o resultado da liquidez geral é maior que 1, ele demonstra que há ativos totais suficientes para liquidar as obrigações totais (de curto e longo prazo). Quando o resultado for igual a um, significa que os bens e direitos totais são iguais as obrigações totais e quando o índice resultar em menor do que um, significa que a empresa não tem ativos totais suficientes para cumprir as obrigações totais.

Apuração de Haveres em Litígios Judiciais

Ao apurar haveres, deve-se encontrar o montante de patrimônio líquido a valores de mercado, cabível ao interessado em relação exatamente a sua participação no capital social da empresa, e assim, será elaborada uma demonstração extra contábil para determinar o montante dos haveres que cabe aos herdeiros do sócio falecido.

A premissa básica para a confecção do Laudo, será a análise das demonstrações contábeis societárias da empresa disponibilizadas até esta data, referente ao exercício da ocorrência e também, exercícios anteriores e posteriores a este, para fins comparativos, para que seja possível demonstrar situações societárias que ensejam ajustes extra contábeis, para que, os elementos patrimoniais tenham o reflexo dos valores na data de realização do evento.

Para fins norteadores de legislação vigente, a apuração de haveres em processos judiciais neste sentido, partirá das seguintes assertivas:

1 – Período do Demonstrativo

Apresentação do demonstrativo extra contábil na data do evento, considerando a totalidade dos ativos patrimoniais da empresa, e inclusive, o seu goodwill;

2 – Critérios de apuração de haveres

Critérios de apuração de haveres abrangentes aos bens patrimoniais tangíveis e intangíveis, se houverem, existentes na data do evento, avaliados pelo valor de mercado (valor liquido de realização), os quais são determinados pela NBC, CTG 2002 de 22 de novembro de 2018, na qual, a avaliação contábil consiste na determinação do valor do patrimônio líquido da entidade em determinada data, ou de componentes específicos do ativo líquido, (acervo líquido parcial), da entidade na mesma data.

O laudo de avaliação poderá compreender o patrimônio líquido contábil formado por todos os componentes do balanço patrimonial (bens, direitos e obrigações); ou acervo líquido contábil formado por determinados ativos e passivos especificamente selecionados pela administração da entidade solicitante do laudo de avaliação.

Dois conceitos que devem ser utilizados nesta avaliação:

Valor de mercado – preço a vista praticado, deduzido das despesas de realização e da margem de lucro.

Valor presente –  é aquele que expressa o montante ajustado entra as datas da operação e do vencimento, de crédito ou obrigação de financiamento ou de outra transação usual da entidade, mediante dedução dos encargos financeiros respectivos, com base na taca contratada ou na taxa média de encargos financeiros praticada pelo mercado.

3 – Eventos patrimoniais futuros

Eventos patrimoniais futuros à data do evento não pertencem ao sócio retirante da empresa ou a seus herdeiros;

4 – Participação no Capital

O crédito societário pelas quotas de participação no capital, devidas ao sócio retirante/herdeiros será na forma determinada em Sentença/Acórdão;

5 – Atualização Monetária

Todos os haveres apurados serão atualizados monetariamente, a partir da data do evento, até a época de elaboração do laudo pericial, acrescidos de juros desde a citação, no percentual determinado em Sentença/Acórdão.

6 – Cláusula de falecimento/retirada do sócio no Contrato Social

Atentar para o texto referente ao falecimento ou retirada do sócio, por exemplo: “Falecendo ou interditado qualquer sócio, a sociedade continuará suas atividades com os herdeiros, sucessores e o incapaz. Não sendo possível ou inexistindo interesse destes ou sócio remanescente, o valor de seus haveres será apurado e liquidado com base na situação patrimonial da sociedade, à base na situação patrimonial da sociedade, à data da resolução verificada em balanço especialmente levantado”.

7 – Legislação básica

Orientação disposta conforme o artigo 1031 do CC:

“Nos casos em que a sociedade se resolver em relação a um sócio, o valor da sua quota, considerada pelo montante efetivamente realizado, liquidar-se-á, salvo disposição contratual em contrário, com base na situação patrimonial da sociedade, à data da resolução, verificada em balanço especialmente levantado.

§ 1.º –  O capital social sofrerá a correspondente redução, salvo se os demais sócios suprirem o valor da quota.

 § 2.º – A quota liquidada será paga em dinheiro, no prazo de noventa dias, a partir da liquidação, salvo acordo, ou estipulação contratual em contrário”

Artigo 606 do CPC:

“Em caso de omissão do contrato social, o juiz definirá, como critério de apuração de haveres, o valor patrimonial apurado em balanço de determinação, tomando-se por referência a data da resolução e avaliando-se bens e direitos do ativo, tangíveis e intangíveis, a preço de saída, além do passivo também a ser apurado de igual forma”.

METODOLOGIA ESPECÍFICA DA APURAÇÃO DE HAVERES

A avaliação contábil consiste na determinação do valor do patrimônio líquido da entidade em determinada data, ou de componentes específicos do ativo líquido, (acervo líquido parcial), da entidade na mesma data.

Então, Laudo de Avaliação pode compreender patrimônio líquido contábil formado por todos os componentes do balanço patrimonial (bens, direitos e obrigações); ou acervo líquido contábil formado por determinados ativos e passivos especificamente selecionados pela administração da entidade solicitante do laudo de avaliação.

Neste laudo, devem existir alguns pressupostos tomados como base nos critérios de avaliação:

– Avaliação pelo valor contábil – mensuração do ativo líquido, ou patrimônio líquido, de acordo com as práticas contábeis brasileiras, ou, quando se tratar de laudo elaborado para instituições financeiras ou para outras entidades cuja prática contábil normatizada pelo correspondente órgão regulador for diferente, de acordo com essas práticas. 

Avaliação pelo valor contábil ajustado a preços de mercado dos ativos e dos passivos – mensuração do ativo líquido, ou patrimônio líquido, pelo valor contábil, acrescido de mais ou menos valia decorrente de determinadas premissas para se determinar os valores de mercado dos ativos e dos passivos.

– Preço de mercado (ou valor justo), segundo o § 1º do Art. 183 da Lei das Sociedades por Ações, deve ser utilizado em conjunto com as Normas Brasileiras de Contabilidade aplicáveis que tratam da mensuração ao valor justo. 

PREMISSA FINAL

Lembre-se de utilizar o modelo de avaliação conforme o disposto pela Lei n.º 12.249/2010, que trata da alteração da Norma Brasileira de Contabilidade (NBC), que tem por base o CT 03/2014 (R1) do Instituto dos Auditores Independentes do Brasil (Ibracon), e assim, cria a CTG 2002 de 22 de novembro de 2018, e, o roteiro para a apuração de haveres, será aquele determinado em Sentença e Acórdão.

Imposto de Renda 2019 vai exigir CPF de dependentes de todas as idades.

Fonte: RFB

“A Receita Federal vai exigir que todos os contribuintes informem o número do CPF dos dependentes de qualquer idade na declaração do Imposto de Renda de 2019. Até o ano passado, a obrigatoriedade valia somente para maiores de 8 anos.

Desde dezembro de 2015, todos os registros de nascimento realizados nos cartórios do Paraná já saem com número de CPF. Dessa forma, a nova exigência da Receita vai impactar as crianças entre três e sete anos que ainda não tenham inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas.

Como fazer o CPF

Os pais e responsáveis que precisarem emitir o documento dos filhos devem procurar qualquer agência do Banco do Brasil ou dos Correios, desde que própria e não terceirizada. O custo é de R$ 7,00 e o número do CPF sai na hora.

O solicitante precisa apresentar um documento de identificação oficial da criança que comprove naturalidade, filiação e data de nascimento. O registro de nascimento também é válido. Além disso, é necessário portar um documento de identificação de um dos pais, tutor, curador ou responsável pela guarda do menor. A criança não precisa estar presente.

As agências dos Correios funcionam de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h. Já as agências do Banco do Brasil abrem de segunda a sexta-feira, das 10h às 16h.

No ano passado, quando começou a valer a obrigatoriedade de CPF para dependentes maiores de oito anos, houve um aumento na procura pela emissão. Por isso, a orientação é para que os pais e responsáveis busquem cadastrar as crianças o quanto antes.”

Documentos necessários para fazer a declaração de Imposto de Renda – Fonte: Tributanet

O IRPF – Imposto de Renda da Pessoa Física é calculado sobre o que o contribuinte ganhou no ano anterior: quanto maiores os gastos, menor o imposto; quanto maior o lucro, maior a tributação a ser paga para o governo.

Quanto antes entregar a declaração de ajuste anual à Receita Federal, maior a chance de receber logo a restituição, no caso de quem, após todas as deduções previstas em lei, pagou mais imposto do que deveria no ano anterior.

É muito importante informar todos os dados corretamente na declaração, até os centavos. Do contrário, corre-se o risco de cair na malha fina.

Os principais documentos a serem reunidos para prestar informações à Receita Federal são os informes de rendimentos; os gastos relativos à saúde e educação; os dados e as despesas referentes aos dependentes; as escrituras de imóveis; os documentos de veículos; e os extratos de investimentos.

A seguir, os documentos necessários para fazer o ajuste anual:

– Renda – Informes de rendimentos de instituições financeiras, inclusive corretora de valores Informes de rendimentos de salários, pró-labore, distribuição de lucros, aposentadoria, pensão etc. Informes de rendimentos de aluguéis de bens móveis e imóveis recebidos de jurídicas Informações e documentos de outras rendas percebidas no exercício, tais como rendimento de pensão alimentícia, doações, heranças recebida no ano, dentre outras Informações Resumo mensal do livro-caixa com memória de cálculo do carnê-leão; DARFs de carnê-leão;

– Bens e direitos – Documentos que comprovem a compra e venda de bens e direitos;

– Dívidas e ônus – Informações e documentos de dívida e ônus contraídos e/ou pagos no período. No caso de imóveis financiados, por exemplo, o banco (agente financeiro) fornece um extrato para IR com o total das prestações pagas no ano anterior e o montante do saldo devedor;

– Renda variável – Controle de compra e venda de ações, inclusive com a apuração mensal de imposto DARFs de renda variável;

– Informações gerais – Dados da conta bancária para restituição ou débitos das cotas de imposto apurado, caso haja Nome, CPF, grau de parentesco dos dependentes e datas de nascimento Endereço atualizado Cópia da última Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física (completa) entregue Atividade profissional exercida atualmente;

– Pagamentos e doações efetuados – Recibos de pagamentos ou informe de rendimento de plano ou seguro saúde (com o CNPJ da empresa emissora e a indicação do paciente) Despesas médicas e odontológicas em geral (com CNPJ da empresa emissora ou CPF do profissional, com indicação do paciente), comprovantes de despesas com educação (com o CNPJ da empresa emissora e a indicação do aluno), comprovante de pagamento de Previdência Social e de previdência privada (com o CNPJ da empresa emissora) Recibos de doações efetuadas GPS (do ano todo) e cópia da carteira profissional de empregado doméstico, comprovantes oficiais de pagamento a candidato político.

Como saber quanto a sua empresa fatura?

Uma das ferramentas de gestão utilizadas para saber quanto sua empresa fatura é o Fluxo de Caixa.

O Fluxo de Caixa é a ferramenta que permite a adequada gestão financeira nas empresas. Ele deve ser elaborado de acordo com as necessidades, o porte e o ramo de cada empresa ou negócio.

Antes de iniciar o fluxo de caixa, é necessário, analisar as necessidades da empresa e o seu porte.

Estes pontos ajudam a determinar a periodicidade ideal e quais informações deverão constar no fluxo de caixa de acordo com o tamanho e desempenho da organização.

Para elaborar um Fluxo de Caixa útil, você deve definir:

  • Qual o intervalo de tempo que o fluxo de caixa irá abranger.
  • Pode ser diário, semanal, mensal, trimestral, etc.
  • Os dados devem ser os mais precisos possíveis, sem arredondamentos ou estimativas.

Além destes detalhes, não poderá faltar no Fluxo de Caixa da empresa:

  • Projeções de vendas à vista e a prazo;
  • Compras a vista ou a prazo e formas de pagamento;
  • Custos operacionais;
  • Despesas fixas;
  • Saldo total ao final do período;

O importante no fluxo de caixa é, entre outros detalhes, verificar se o saldo do período resultou em excedentes de caixa  (saldo positivo) ou escassez de numerários (saldo negativo).

Mas afinal, o que é Fluxo de Caixa?

É o total de ganho em relação ao que é gasto por uma empresa em determinado período.

Ou seja …

… A composição do movimento de entrada e saída de dinheiro da empresa.

O Fluxo de Caixa pode ser expresso por:

FC = SI + E – S,

Onde:

FC = Fluxo de caixa;

SI = Saldo inicial de caixa;

E= Entradas de R$ (recebimentos);

S = Saídas de R$ (desembolsos)

É preciso compreender bem a diferença entre os ganhos e os gastos, para não errar na confecção do fluxo de caixa e não tomar decisões financeiras equivocadas por descuido.

GASTO significa a aquisição de um bem ou serviço que vai originar um desembolso da empresa, ou ainda, de maneira inesperada e involuntária, por exemplo, no caso de perdas ou desperdícios.

GANHO é todo o numerário recebido pela empresa, oriundo direta ou indiretamente de sua atividade fim, seja ela comercial ou de prestação de serviços.

Como saber quanto sua empresa fatura?

O Faturamento é igual à soma de todas as vendas  que a empresa realiza em um determinado período de tempo.  Ele pode ser classificado em :

  • Faturamento Bruto – é a soma de todas as vendas de produtos/serviços da empresa em determinado período;
  • Faturamento Líquido – é a soma de todas as vendas de produtos/serviços da empresa em determinado período, deduzidos os tributos incidentes nas respectivas vendas.

O que não se confunde com o conceito de Receitas, as quais são o conjunto de tudo o que foi EFETIVAMENTE recebido pelas vendas de produtos/serviços, aplicações financeiras, outros investimentos e venda de ativo fixo e representam os ganhos (entradas de R$)

Confira as 07 Dicas de OURO do Fluxo de Caixa saudável na minha concepção:

  1. O dinheiro da empresa é diferente do dinheiro do empreendedor.
  2. O dinheiro à vista não se confunde com o dinheiro a prazo, quer seja para pagamentos ou para recebimentos.
  3. O dinheiro para capital de giro e o dinheiro para gastos acessórios na empresa, são itens distintos.
  4. Separe o dinheiro para investimentos do dinheiro para pagamentos.
  5. O dinheiro recebido oriundo de rendimentos é totalmente diferente do dinheiro referente aos recebimentos de dividendos
  6. Um assunto é o dinheiro para benfeitorias, outro, é o dinheiro para os colaboradores da empresa.
  7. O dinheiro de finança reversa é diferente do dinheiro da finança inversa.

Quer saber mais sobre o conceito de finanças reversa e inversa? Entre em contato e eu ficarei feliz em ajudar.

O importante é ter um conceito sólido de fluxo de caixa, e assim, ser participativo no resultado positivo de sua empresa.

Boa sorte.

 

DCTFWEB foi prorrogada!!

Com a prorrogação o fim da SEFIP e início da DCTFWEB foi adiado para competência 08/2018 IN RFB 1819/2018 publicada hoje no DOU.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 1.819, DE 26 DE JULHO DE 2018

Altera a Instrução Normativa RFB nº 1.787, de 7 de fevereiro de 2018, que dispõe sobre a Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais Previdenciários e de Outras entidades e Fundos (DCTFWeb).

O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL, no uso da atribuição que lhe confere o inciso III do art. 327 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal do Brasil, aprovado pela Portaria MF nº 430, de 9 de outubro de 2017, e tendo em vista o disposto no inciso IV e nos §§ 2º e 9º do art. 32 da Lei nº 8.212, de 24 de julho de 1991, e no art. 16 da Lei nº 9.779, de 19 de janeiro de 1999, resolve:

Art. 1º A Instrução Normativa RFB nº 1.787, de 7 de fevereiro de 2018, passa a vigorar com as seguintes alterações:

“Art. 13. A DCTFWeb substitui a Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social (GFIP) como instrumento de confissão de dívida e de constituição do crédito previdenciário.

  • 1º …………………………………………………………..

I – a partir do mês de agosto de 2018, para as entidades integrantes do “Grupo 2 – Entidades Empresariais”, do Anexo V da Instrução Normativa RFB nº 1.634, de 6 de maio de 2016, com faturamento no ano-calendário de 2016 acima de R$ 78.000.000,00 (setenta e oito milhões de reais);

…………………………………………………………………..

  • 3º Os sujeitos passivos que optarem pela utilização do eSocial na forma especificada no § 3º do art. 2º da Resolução do Comitê Diretivo do eSocial nº 2, de 30 de agosto de 2016, ainda que imunes e isentos, ficam obrigados à entrega da DCTFWeb em relação aos tributos cujos fatos geradores ocorrerem a partir do mês de agosto de 2018.

……………………………………………………………” (NR)

Art. 2º Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União.

JORGE ANTONIO DEHER RACHID

Fonte: Contadores CNT

Retificação da ECF

A retificação da ECF anteriormente entregue poderá ser realizada em até 5 anos e se dará mediante apresentação de nova ECF.

A ECF retificadora terá a mesma natureza da ECF retificada, substituindo-a integralmente para todos os fins e direitos, e passará a ser a ativa na base de dados do Sped.

Não será admitida retificação de ECF que tenha por objetivo mudança do regime de tributação, salvo para fins de adoção do lucro arbitrado, nos casos determinados pela legislação.

Caso a ECF retificadora altere os saldos das contas da parte B do e-Lalur ou do e-Lacs, a pessoa jurídica deverá verificar a necessidade de retificar as ECF dos anos-calendário posteriores.

A pessoa jurídica deverá entregar a ECF retificadora sempre que apresentar ECD substituta alterando contas ou saldos contábeis recuperados na ECF ativa na base de dados do Sped.

No caso de lançamentos extemporâneos em ECD que alterem a base de cálculo do IRPJ ou da CSLL da ECF de ano calendário anterior, a pessoa jurídica deverá efetuar o ajuste apresentando ECF retificadora relativa ao respectivo ano-calendário, mediante adições ou exclusões ao lucro líquido, ainda que a ECD recuperada na ECF retificada não tenha sido alterada.

A pessoa jurídica que entregar ECF retificadora alterando valores de apuração do IRPJ ou da CSLL que haviam sido informados na Declaração de Débitos e Créditos de Tributos Federais (DCTF) deverá apresentar a DCTF retificadora, seguindo suas normas específicas.

Exemplo: em 01/01/2018, a empresa retificou a ECF do ano-calendário 2014. Nesse caso, a empresa pode ter que retificar as ECF dos anos-calendário 2015 e 2016.

Para retificação da ECF, é necessário que o campo 12 do registro 0000 (0000.RETIFICADORA) deve estar preenchido com “S” (ECF Retificadora).

No programa em edição, janela de “Dados Iniciais”, “0000 – Identificação da Entidade”, alterar o campo “Escrituração Retificadora?” para a opção “ECF Retificadora”. Nesse caso, será exigido informar o “Número do Recibo Anterior” (número do recibo da ECF que está sendo retificada).

 

Fonte: Guia Tributário

A importância do contador.

Eu já sou empreendedor e já sei como abrir meu próprio negócio. Já fui ao website do SEBRAE, do Portal do Empreendedor, já consultei livros, amigos e fiz alguns cursos.

Eu não preciso de contador na empresa, na loja, na pizzaria ou nem mesmo para a minha prestação de serviços. Será? Junto com a tecnologia, vem uma série de obrigações tributárias digitais. Junto com a empresa nascendo, aparece um conjunto de decisões a serem tomadas pelos empreendedores.

Quem vai te ajudar a fazer o seu fluxo de caixa da maneira correta, provisionando todos os pagamentos no período correto e classificando seus gastos para que sejam apurados devidamente e considerados na formação de preços do seu negócio? O contador. A contadora.

Este profissional estudou bacharelado em Ciências Contábeis, de quatro a cinco anos, e tem ampla capacidade de conhecer todos os tributos que você precisará pagar, todas as contas que deverá provisionar para levar em conta no seu dia a dia. Ele sabe calcular índices financeiros sem calculadora, sabe rapidamente dando uma olhada no seu fluxo de caixa e no seu balancete, onde você está errando financeiramente e até mesmo, estrategicamente do ponto de vista comercial.

O contador não é só aquela pessoa boa em sistemas de informação contábil, expert em ERP e que emite certificados digitais.

O contador é aquele profissional que pode te ajudar consideravelmente a elaborar toda a parte financeira do seu plano de negócios.

Sabem aqueles gastos iniciais com o negócio? E o contrato social da empresa? O alvará de funcionamento? Pois é o contador que dá conta de fazer tudo isto, te dar satisfação da tua empresa quanto à documentação e cuidar para que você pague MENOS. Isto mesmo. O contador vai te orientar para que, de forma correta, usando todas as brechas na legislação tributária, conforme o regime de apuração de lucros que estiver na sua empresa, você economizar.

Quanto vale a economia que você empreendedor terá, se contar com os serviços profissionais de um contador, o qual você contratou e paga mensalmente?

Ah ! Mas contador é muito caro, eu mesmo posso fazer o serviço. Ou peço ajuda para meu marido, meu irmão, meu filho ou minha mãe que está aposentada e tem tempo livre para fazer. E a custo zero.

Cuidado com este vício de achar que qualquer pessoa tem habilidade e técnica, para te ajudar nas contas do teu negócio.

Não. O contador não é caro. Caro é o que você vai desembolsar se teus tributos atrasarem, se teu fluxo de caixa for elaborado errado, se não houver plano de contas contábeis, personalizado para seu negócio.

Ah! Mas eu sou MEI. Não preciso de contador. Verdade. Isto até você emitir uma declaração ERRADA de imposto de renda ou deixar de contabilizar algum documento e cair na malha fina. Ai você vai pagar o dobro daquilo que deveria mais o honorário do contador, que terá que solucionar de forma corretiva e não preventiva.

Tudo bem.  Não contrate um contador. Faça o seguinte: gaste três vezes mais com uma consultoria no futuro para te dizer o que falta na sua empresa (organização, plano de contas, cronograma de pagamentos, análise de demonstrações financeiras, índices de rentabilidade, endividamento, prazo médio de pagamentos, de recebimento, índice de retorno de investimento e outros).

Se isto ainda não te convencer, dê uma olhada nas tendências de mercado:

1 – Processos automatizados – o contador atualizado terá como reduzir a burocracia para você e utilizar o tempo dele contigo, em reuniões de novas estratégias que auxiliem o seu negócio.

2- Sistemas integrados – O contador conhece qual o melhor ERP para você, e o mais econômico e viável para o seu negócio, ou seja, o melhor sistema gerencial integrado que irá simplificar a entrada e saída de informações, além da emissão de relatórios financeiros integrados ao eSocial, ao fluxo de caixa e outros, por exemplo.

3 – Migração das obrigatoriedades assessorias para o meio digital – as novas obrigações trabalhistas que estão agora segmentadas e juntas no eSocial pedem um profissional que conheça todas elas e os mecanismos online de utilização, para melhorar o desempenho dos negócios e a qualidade da informação para você com maior transparência em relação às informações prestadas e tornar a transmissão de dados mais seguras.

4 – Segmentação – é possível o contador prestar atendimento personalizado conforme o nicho de atuação ao qual pertence o seu negócio, o que permite o benefício de entender mais profundamente o seu negócio e trazer os melhores resultados, assim como um consultor de gestão empresarial.

5 – Unir a necessidade de prevenção de fraudes com o necessário giro do negócio – Devido à necessidade de se preparar para as possíveis fraudes comerciais, as empresas devem ser capazes de fornecer, se necessário, informações precisas sobre suas contas às autoridades reguladoras. O contador é capaz de fornecer consultoria para ajudar a implantar uma estratégia de compliance, usando as melhores práticas financeiras e contábeis, alinhadas com a busca de procedimentos anticorrupção.

Se depois de todos estes argumentos, você ainda tiver dúvidas, pense no seguinte: o contador conhece as empresas por dentro, pois ele aprendeu a conhecer controles internos dos fluxos operacionais de diversos ramos de negócio. E, portanto, é ele, quem vai te ajudar a gastar menos, utilizando mais recursos próprios e menos capital emprestado. Ele vai ser aquela profissional que te orientará qual o melhor momento de investir e no que investir, para ajudar a alavancar financeiramente sua empresa, e ainda, vai te dar as dicas de regulamentação tributária nas esferas federais, estaduais e municipais, com o menor ônus. Ele é a pessoa que cuidará da burocracia, mas também de estratégias econômico financeiras para o seu negócio perpetuar. O que você prefere? O risco de ter prazo de validade no empreendimento ou o sucesso da continuidade dos negócios?

Vale dizer que o contador não é um super-herói e que o seu atendimento como profissional vai depender da relação cliente-prestador que ele puder estabelecer junto a você.

Pois é você quem vai contar para ele qual o seu problema e é você quem irá fornecer os documentos para ele analisar.

Pense mais sobre isto. O contador não é mero guarda livros. E também não é um robô. Não faz serviços automáticos como linha de produção. Mas, é aquele profissional que vai se debruçar nos seus documentos, e entender o seu ramo de negócio, para te auxiliar no que for melhor para ti, em termos de evolução, crescimento e viabilização financeira, com menos risco, em um caminho legal perante a sociedade.

Contrate um contador para seu empreendimento. Tenho certeza de que você não se arrependerá.

 

Micro, pequenas empresas e MEIs com empregados – eSocial prorrogado até novembro.

PARA AS DEMAIS EMPRESAS PRIVADAS DO PAÍS, SISTEMA TORNA-SE OBRIGATÓRIO A PARTIR DA PRÓXIMA SEGUNDA-FEIRA (16/7)

Foi publicado no Diário Oficial desta quarta-feira (11/7) a Resolução nº 4 do Comitê Diretivo do eSocial.  A medida permite que micro e pequenas empresas – que são aquelas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões – e Microempreendedores Individuais (MEIs) possam ingressar no eSocial a partir do mês de novembro. É importante deixar claro que somente os MEIs que possuam empregados – e que hoje totalizam um público de aproximadamente 155 mil empregadores – precisarão prestar informações ao eSocial.

Já para as demais empresas privadas do país – que possuam faturamento anual inferior a R$ 78 milhões – o eSocial torna-se obrigatório a partir da próxima segunda-feira (16/7). A medida anunciada hoje é uma opção oferecida aos micro e pequenos empregadores e MEIs. No entanto, os empregadores deste grupo que tiverem interesse em ingressar no eSocial desde já, também terão acesso ao sistema a partir da próxima segunda (16) .

Para o eSocial, em princípio, todo o público formado pelas empresas privadas com o faturamento anual inferior a R$ 78 milhões – incluindo micro e pequenas empresas e MEIs – é considerado como empresas do segundo grupo de empregadores

Além disso, desde janeiro deste ano, o eSocial já está em operação para as grandes empresas – que possuem faturamento anual superior a R$ 78 milhões – e que formam para o eSocial as chamadas empresas do primeiro grupo. Atualmente, 97% delas já integram as bases do eSocial.

Já a partir de 14 de janeiro do ano que vem, o eSocial torna-se obrigatório também para os órgãos públicos (terceiro grupo). Quando totalmente implementado, o eSocial reunirá informações de mais de 44 milhões de trabalhadores do setor público e privado do país em um mesmo sistema e representará a substituição de até 15 prestações de informações – como GFIP, RAIS, CAGED E DIRF – por apenas uma.

Implantação por fases

Assim como está acontecendo com as grandes empresas e como ocorrerá com os entes públicos, a implementação do eSocial para as empresas do segundo grupo – excluídas nesta momento a obrigatoriedade de pequenas empresas e MEIs – se dará de forma escalonada, dividida em cinco fases, distribuídas deste mês de  julho a janeiro de 2019. Dessa forma, os empregadores incluirão gradativamente suas informações no sistema.

A partir deste dia 16 até o dia 31 de agosto, os empregadores deverão enviar ao eSocial apenas informações de cadastro e tabelas das empresas. Em relação aos MEIs que possuam empregados e que optem por já ingressar no eSocial, o Comitê Gestor do  eSocial esclarece que, na prática, eles não terão nenhuma informação para prestar antes de setembro, já que os dados da 1ª fase (cadastro do empregador e tabelas) são de preenchimento automático pela plataforma simplificada que será disponibilizada para este público.

Apenas a partir de setembro, os empregadores do segundo grupo precisarão incluir na plataforma informações relativas a seus trabalhadores e seus vínculos com as empresas, como admissões, afastamentos e demissões, por exemplo. Finalmente, de novembro até o final de 2018, deverão ser incluídos dados referentes às remunerações dos trabalhadores e realizado o fechamento das folhas de pagamento no ambiente nacional.

Em relação às micro e pequenas empresas e MEIs, como esses estarão obrigadas ao eSocial somente a partir de novembro – quando ingressarem no sistema, eles deverão prestar as informações referentes às três fases iniciais do cronograma.

Em janeiro do ano que vem  haverá, para o segundo grupo como um todo, a substituição da Guia de Informações à Previdência Social (GFIP) pelo eSocial e a inserção de dados de segurança e saúde do trabalhador no sistema.

Já os empregadores pessoas físicas, contribuintes individuais – como produtor rural e os segurados especiais – somente deverão utilizar o eSocial a partir de janeiro de 2019

Plataforma simplificada

Nos próximos dias, serão ser disponibilizados os novos portais do eSocial, onde os empregadores poderão inserir diretamente as informações, sem necessidade de sistemas para integração.

Também será disponibilizada a partir do próximo dia 16, a plataforma simplificada destinada aos MEIs. Neste ambiente simplificado – semelhante ao eSocial do Empregador Doméstico – não será necessário o uso de certificado digital, podendo o empregador acessá-lo apenas por código de acesso. A plataforma simplificada permitirá ao microempreendedor realizar cálculos automáticos via sistema, como o que realiza o cálculo de rescisões e a ferramenta de férias, por exemplo.

A maioria dos MEIs – que não possuem empregados e por esta razão não estarão obrigados ao eSocial – continuarão prestando contas normalmente ao governo por meio do SIMEI, o sistema de pagamento de tributos unificados em valores fixos mensais voltados para aos microempreendedores individuais  e que lhes garante a isenção de impostos federais como o IPI, por exemplo.  Para este público, nada muda.

Histórico – O eSocial é uma iniciativa conjunta do Ministério do Trabalho, Caixa Econômica, Secretaria de Previdência, INSS e Receita Federal.  O programa visa aumentar a produtividade e reduzir a burocracia no setor produtivo, unificando as informações fiscais, previdenciárias e trabalhistas dos empreendedores em um banco de dados único.

Fonte: Portal do eSocial.

ESOCIAL OBRIGATÓRIO  PARA TODAS AS EMPRESAS A PARTIR DE 16/07/18

O esocial passa a valer para todas as empresas do Brasil, a partir do dia 16 de julho de 2018.

Todas as empresas privadas do país, incluindo micro e pequenas empresas e microempreendedores individuais (MEIs) que possuam empregados, deverão utilizar o Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial).

A obrigatoriedade da utilização do eSocial para empresas (primeira etapa de implantação) começou em 8 de janeiro, para as empresas com faturamento anual superior a R$ 78 milhões.

O eSocial Empresas é um novo registro, elaborado pelo Governo Federal, para facilitar a administração de informações relativas ao mundo do trabalho.

Por meio desse sistema, as empresas terão de enviar periodicamente, em meio digital, informações relativas aos trabalhadores para a plataforma do eSocial.

Todos esses dados já são registrados, atualmente, em algum meio, como papel e outras plataformas online. Porém, com a entrada em operação do novo sistema, o caminho será único, exclusivamente por meio do eSocial.

A implantação da segunda etapa do eSocial será realizada em cinco fases:

Fase 1Julho/18 – Apenas informações relativas às empresas, ou seja, cadastros do empregador e tabelas.

Fase 2Setembro/18 – Nesta fase, empresas passam a ser obrigadas a enviar informações relativas aos trabalhadores e seus vínculos com as empresas (eventos não periódicos), como admissões, afastamentos e desligamentos.

Fase 3Novembro/18 – Torna-se obrigatório o envio das folhas de pagamento.

Fase 4Janeiro/19 – Substituição da GFIP (Guia de informações à Previdência Social).

Fase 5Janeiro/19 – Na última fase, deverão ser enviados os dados de segurança e saúde do trabalhador.

Fonte: Guia Previdenciário

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